domingo, 2 de maio de 2010

Arte sem limite


O branco da tela me olha,
pede cores,

tintas,
movimentos,
sentimentos,
quer me ver,
como um espelho,
ver o outro lado,
o que está por dentro,
o que vejo,
quer falar,
a linguagem da arte,
das cores e das formas,
mesmo sem uma ou outra,
de qualquer forma,
não importa,
quer saber aonde vou voar,
se na dor, na beleza,
na agonia, na poesia
se na pele ou na alma.









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